Manu, prazer em conhecer!

27 anos.

Paraibana de nascimento, criação e coração!

Estudante de mestrado em Sociologia.

Trabalhando de comerciária, vendendo cortinas!

Casada com um homem lindo há 5 anos e viajando muito com ele por esse mundo.

Morando atualmente em Sheffield, Inglaterra (estamos os dois estudando por aqui).

Sou de Libra, ascendente Gêmeos.

Gosto de ir ao cinema, de fazer trabalhos manuais, de me manter ocupada inventando qualquer coisa!
E de sorvete de nata-goiaba com tapioca e de um bom papo! Gosto do verão, do calor.

Não gosto de enfado. Não gosto do frio.
Detesto acordar cedo. Não suporto a minha impaciência.

Tenho um blog simplesmente pra não esquecer.


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Quarta-feira, Maio 31, 2006

Filigrana de papel

Photo Hosted at Buzznet.com

A primeira vez que vi técnica foi em Haworth no museu das irmãs Brontë.
Estava na tampa de uma caixinha de madeira. Deveria estar lá há uns 200 anos e foi feito por uma delas.

Hoje, não sei como, encontrei a técnica na internet. Em inglês chama-se quilling e em português é filigrana de papel.

E é óbvio que os dedinhos já estão comichado pra experimentar.

Nesse site explica como fazer passo a passo. Em espanhol.

Lindo!

Yeah Yeah Yeahs: Warrior

Postado por Manu, em 6:11 PM
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Terça-feira, Maio 30, 2006

A primeira pelada a gente nunca esquece

Era uma vez um dia de primavera tipicamente inglês: momentos de sol, nuvens que prometem desabar a qualquer momento e, obviamente, muito vento.

Um grupo de amigos resolveu marcar pra se encontrar no parque. Os meninos satisfeitos porque iriam jogar bola. As meninas porque poderiam se espichar ao sol.

Quando chegaram no parque perceberam que apenas 3 meninos e 1 menina tinham ido.
Os meninos não poderiam jogar dois contra dois e a menina não teria com quem conversar. Como o fraco sempre lucra mais se unindo aos mais fortes, a menina resolveu se oferecer para jogar com eles: assim os times ficariam completos e ela se divertiria (exercitaria) um pouco.

As reações dos meninos foram as mais diversas:
- Você?
- Ha ha ha.
- Tsc tsc tsc.

A menina não disse nada. Apenas levantou as barras da calca, amarrou o cabelo e foi juntar-se ao seu parceiro de jogo, que por sinal, estava bastante contrariado.

Táticas de jogo passadas começa a pelada!
Não vou narrar o jogo aqui, vou deixar para a imaginação do leitor, que afinal de contas deve estar bastante inspirada nesses tempos de Copa do mundo.

Resultado: a menina sozinha marcou 3 gols e o time dela foi campeão!

Moral da história: Desde ontem que estou toda quebrada.

Postado por Manu, em 11:59 AM
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Segunda-feira, Maio 29, 2006

Momento mulherzinha: Unhas

Eu sei que pra alguns isso pode soar fútil, mas unha por fazer me deprime. As minhas pelo menos.

Se estou viajando, e as unhas começam a ficar feias, juro que não curto o passeio direito até conseguir, pelo menos, passar uma base.

Uma vez li numa revista feminina (Não, não, eu não sou escrava dessas revistas. E sim, sim, certas coisas me influenciam terrivelmente.) que unha por fazer é absolutamente imperdoável. Entende-se perfeitamente a falta de tempo de colocar maquiagem, ou pintar as raízes do cabelo ou até mesmo vestir a combinação certa de roupas. Mas unha por fazer, jamais.

Conheci até uma menina advogada que disse que no escritório dela tinha manicure disponível na hora do almoço para os funcionários. Política do escritório que todos funcionários tenham mãos apresentáveis.

Fiquei super chocada uma vez quando fui ao velório de uma amiga de minha mãe e tinham removido o esmalte das unhas dela por uma supertição qualquer. Justo ela que sempre levara as unhas longas e impecavelmente pintadas.

Já aqui eu deixo uma ordem: quando eu morrer não tirem o meu esmalte! Olhe que eu volto e puxo o pé.

E um apelo: se eu morrer com as unhas por fazer, por favor, passem pelo menos uma mão de base nas minhas unhas.

Porque aqui o contraste é grande: Ou se encontra a típica perua com unhas de porcelana, que custam uma verdadeira fortuna, e que pra mim é podre de brega. Ou você encontra mãos com os mais variados tamanhos de unha (isso em UMA mão.).

Talvez isso seja vaidade de brasileira. Essa cobrança de ter que estar sempre arrumadinha. Mesmo a mais pobre das pobrezinhas tem que ter a unha feita. Seja como for, vou continuar achando que uma mão com unhas bem feitas dão uma ótima impressão.

Postado por Manu, em 5:51 PM
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Quarta-feira, Maio 24, 2006

Carta pra minha amiga Cris: Tesco X Asda

Oi Cris!

Recebi as minhas compras pelo Asda agora de manha. Eu nao sei nao, mas nao tive uma boa impressao com o servico.

Primeiro o motorista tava num mal humor da pila. Tocou a campainha e desapareceu. Fiquei na porta uns 5 minutos esperando ele chegar com as minhas compras la do caminhao. Falei bom dia toda alegrinha, ele respondeu num muchocho. Ja foi me entregando umas 5 sacolas de uma vez. Mal disse que tinha uma substituicao (que eu cliquei dizendo que nao queria substituicoes). Tou ate pensando em escrever pra eles reclamando.
Os meninos do Tesco sao sempre tao amaveis e a entrega e' bem mais barata. £6 pra aguentar mal humor dos outros e' foda.

A outra coisinha chata e' que eles entregaram o macarrao errado. E veio 3 vidrinhos de oregano. O que e' que eu vou fazer com 3 vidros de oregano?? Mas enfim, isso foi culpa minha. Quer dizer, deles, porque aquele site e' horrivel: vc clica nas coisas e mal ve o que ta escrito na coluna ao lado. E pior, isso eu achei o fim da picada, vc nao pode visualizar o que ta na sua sacola de compras.

Achei chato tambem que alguns legumes soltos vc nao coloca a quantidade e sim o peso. Como eu ia saber que uma cebola pesa 200 gramas?? Ai, eu que precisava de 3 cebolas, vou ter que passar com uma so'.

Bem, a referencia que eu tinha era o Tesco. Se nao fosse por isso talvez nem teria achado estranho.
Realmente, veio mais comida, e tem um peixe empanado que sao 4 postas na bandeija por £1,70 e pouco!! Achei fantastico. Agora basta ver se o peixe presta (ja agora, nunca ouvi falar nele). Bom tambem que eles tinham vaga pra entrega no dia seguinte (impossivel no Tesco). Agora basta provar da comida, ver se e' mesmo boa e, porque nao, dar uma segunda chance. Qualquer coisa sempre tem o Tesco.

De qualquer maneira, obrigada pela dica mais uma vez! Depois me diz as tuas impressoes.

Beijinhos,

Manu

Postado por Manu, em 1:44 PM
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Terça-feira, Maio 23, 2006

Pantera de olhos dormentes



Eu tenho umas obsessões que batem de vez em quando.
Coloco uma coisa na cabeça e é a única coisa que consigo pensar por dias.

Ontem, vagando pelas ruas do Orkut, descobri quando eu for visitar João Pessoa (Ah sim, eu vou visitar Jampa esse ano!) vai estar em cartaz uma peca sobre Anayde.

Parênteses para a propaganda: Teatro Santa Rosa. Pré-estréia 30 de Junho. Estréia 1 e 2 de Julho.

Aí me peguei perguntando 'quem foi mesmo Anayde?'.
Sabia qualquer coisa que foi uma mulher ousada, que esteve envolvida com coisas de amor e violência. Não muito mais.

Fui no amigo Gúgol e descobri coisas fantásticas. Ganhou concurso de beleza, professora, poetisa, ativista política e sim sim, muito ousada.
Descobri até que há um filme sobre ela, o Parahyba Mulher Macho de Tizuka Yamasaki.

Encontrei isso num artigo ótimo sobre escritoras paraibanas. O artigo é de Ana Maria Coutinho Bernardo:

"Anayde Beiriz

Anayde Beiriz nasceu no dia 18 de fevereiro de 1905, em João Pessoa. Sendo seus pais José da Costa Beiriz e Maria Augusta de Azevedo. Estudou na escola Normal Oficial do Estado, onde recebeu seu diploma de professora em 1922. Lecionou em uma colônia de pescadores, em Cabedelo, durante o dia ensinava as crianças e a noite aos adultos. Aos 20 anos, ganha o concurso de beleza, promovido pelo Correio da Manhã, como a mais bela paraibana em 1925. Em 1927, habilitou-se em datilografia, na Escola Rimington, na primeira turma mista da conceituada Escola. Poeta, escreveu várias poesias, que foram publicadas na Revista ERA NOVA. Foi noiva do bacharel João Dantas. Foi enterrada como mendiga no Cemitério Santo Amaro, Certidão de Óbito Nº2585. Seu resgate se deu 50 anos depois pelo historiador José Joffily. Faleceu no dia 22 de outubro de 1930."

Se quiser saber um pouco mais do ambiente político da época, o site do Crazy Mann dá um delineamento ótimo!

Fantástica mulher, não? Vou assistir a peca definitivamente!

Postado por Manu, em 4:28 PM
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Segunda-feira, Maio 22, 2006

Filmes do fim de semana

In her shoes. Filminho feel good. Bobinho, mas bonitinho.

The island. Idéia muito boa pena que quiseram fazer um filme de acão, com muitas coisas explodindo. Se fosse mais sutil, teria sido otimo. Mas não.

Fora isso, quem merece um tempo tão molhado?? Só da mesmo pra ficar embaixo da coberta assistindo tv a cabo como Seu Jorge.

Postado por Manu, em 11:31 AM
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Sábado, Maio 20, 2006

Eurovision



Ano passado eu ouvi falar disso, meio que vi que se tratava de um monte de gente cantando e dançando, mas deixei pra lá.
Só cheguei a entender a importância disso aqui na Europa, quando nossos 3 amigos que são da Grécia, Alemanha e Espanha tentaram marcar pra assistirmos a final da competição juntos, que, aliás, está acontecendo nesse exato momento.

Então é isso: existe uma disputa de música entre paises europeus pra ver qual é o melhor. E aparentemente eles reagem a isso como se fosse uma Copa.
O evento é super tradicional, acontece desde 1956. Cada país vota no outro, e eu não entendo muito bem como isso funciona a contagem pra decidir quem ganha.

O evento esta passando ao vivo na BBC1, eu diria, o canal de TV mais importante do país, e o narrador do evento, Terry Wogan, é uma atração à parte. Estou aqui e só escuto digníssimo as gargalhadas com ele. Provavelmente porque Mr. Wogan ser tão cruel com a apresentação do pessoal lá. O cara é tão nojento que debocha até dos erros de inglês que o povo comete. Enfim.

Bem, não sei o que houve com os planos de assistirmos a essa final, porque não se falou mais nisso.
Eu realmente continuo sem achar muita graça, mas respeito totalmente. Acho admirável que haja esse tipo de contato entre nações de um mesmo continente.
Seria até uma ótima idéia importar um evento desses pra nossa América do Sul tão alheia a seus vizinhos.

E se você ficou ligeiramente interessado(a) no assunto, clique na página oficial da Eurovision . E ainda em tempo, antes de fechar o jornal: o vencedor do concurso 2006 foi a Finlandia. Parabens!

Postado por Manu, em 10:52 PM
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Guarda Chuva pra não namorar

Se o cheiro da chuva no telhado
Fosse igual ao seu "bem ali atrás da orelha"
Se o som da chuva no telhado sem forro
Fosse igual ao seu quando em sono profundo
Se a paisagem do alpendre depois da chuva
Fosse igual a sua deitada na cama de conchinha

Mesmo assim
Se a chuva me chamar
E me pedir pra namorar
Levo um guarda-chuva
E fujo dela pra te encontrar

by L.V.


Coisa mais linda, roubada la do blog da Aline.

Postado por Manu, em 6:23 PM
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Quinta-feira, Maio 18, 2006

Pessoas muito sérias trabalham no meu departamento!



Quase morro de rir quando minha gerente, que tinha acabado de voltar de viagem, trouxe esses 'docinhos' de souvenir pras meninas da loja!!

Broken boy soldier: The Raconteurs

Postado por Manu, em 8:04 PM
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Quarta-feira, Maio 17, 2006

Ok, então deixa ver se eu entendi:

O cara não é flor que se cheire e por isso vai presa. Chegando lá, com um raro momento de eficiência penitenciária, decidem colocar a flor isolada (em regime disciplinar diferenciado - RDD): sem tv, sem revista ou jornal, sem visita. Eu tou falando, essa é uma flor rara!

No topo disso tudo tem o fato do uniforme ser amarelo, cor essa que feriu o sentido estético da criatura, e uma copa do mundo se aproximando que nao poderá ser assistida.

Resultado? 124 mortos entre bandidos, policiais e civis. Sem contar com o terror espalhado por uma capital inteira, prejuízos pra economia e uma péssima propaganda internacional.

Aí todas as fontes dizem que houve acordo, quando fontes oficiais dizem que não fazem acordo com bandido (hahahahahaha). Que as mudancas exigidas já tinham sido implementadas. Blá, blá, blá. Ai que chato, é sempre assim.

Desde quando a violência passou a ser tão banalizada no Brasil? Desde quando as pessoas ficaram tão acostumadas a ver isso na tv?

Então lá vou eu fazer contraponto: Aqui na Inglaterra, se morre um policial em servico, mesmo que por acidente, o chefe de polícia vai pra entrevista coletiva falar com voz embargada sobre o morto. Passa-se uma semana inteira e a única coisa que se houve falar é do acidente que matou o policial.

No Brasil, O comandante geral da PM fala orgulhoso que morreram 40 oficiais durante a rebelião e que o número não é muito diferente da contabilidade do ano passado, já que "Isso é uma prova de que o combate existe no dia-a-dia". Pelo amor da deusa, né?!

Aí eu termino isso assim meio exausta, sem saber o que fazer. O quê euzinha, aqui de longe (seja do Brasil ou mesmo de São Paulo) pode fazer? Porque indignacão todo mundo mostra e até agora não foi suficiente. O quê é suficiente pra fazer parar isso?

Postado por Manu, em 11:40 AM
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Terça-feira, Maio 16, 2006

Chico, meu amor

Entrevista na Trip:

Trip: Você tem medo da morte?

Chico: Medo não, mas quero distância [risos]. Acho que com saúde, fazendo as coisas direito, dá para viver um bocado mais. Gostaria de viver com saúde e imaginação, com vontade de criar coisas. Noventa e tantos anos e virando a noite por causa de uma música, um livro. Formidável. Posso morrer assim.



O quê são esses olhos, meu Deus?

Postado por Manu, em 11:51 AM
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Quarta-feira, Maio 10, 2006

Carta aberta, curta e grossa, ao deputado federal Salvador Zimbaldi (PSB-SP)

NÃO VÁ ASSISTIR AO FILME, ORA MERDA!

Não agüento esses 'fervorosos'.


Postado por Manu, em 2:43 PM
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Terça-feira, Maio 09, 2006

Filmes do fim de semana

Depois de tempos sem pisar num cinema, vi:

A Cock and Bull Story: "O quê você sente muito? Ter me beijado ou ter ficado bêbado?". Essa é sempre uma boa pergunta, né?!

Munich: "There's no place like home!". Certamente!

E em dvd:

Million Dollar Baby: "Tough ain't enough.". E num é que é?

Tive Razao: Seu Jorge

Postado por Manu, em 5:49 PM
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Domingo, Maio 07, 2006

Orkut

Rapaz, o Orkut tem rendido muita conversa de mesa de bar nos ultimos tempos (Estou assumindo que quem está lendo isso sabe o que é Orkut.)!

O tema essencial é a privacidade. Só que, se você concorda em participar da brincadeira, o tema privacidade fica meio comprometido. Ou seja, se não gosta de ser observado(a) é contradicão ter uma continha ali.

Antes era muito mais confortável. Como disse minha amiga Inês: você passeava pela 'casa' de todo mundo, entrava, mexia nas gavetas e nem deixava recado. Agora você vê quem entrou, sabe que pode ter mexido e que nem recado deixou!

Claro que eles disponibilizaram a possibilidade do anonimato. Mas com a condicão de não saber quem lhe viu. Ai o ego grita bem alto: é claro que todo mundo quer saber quem está lhe vendo! No primeiro dia depois do susto o número de visitas caiu dramáticamente. No segundo dia ninguém resistiu mais e o 'passeio' continuou.

Nisso se vê quem lhe vê: familia, amigos próximos, amigos distantes, conhecidos, ilustres desconhecidos, pessoas que não se faz a menor idéia de como chegou até voce, pessoas que insistem na visita, ex-namorados (as), namorado (a) dos outros, etc. Enfim, a princípio desconsertante, agora divertidíssimo!

Divertido, mas com tudo há precaucão. Com o coracão na mão, decidí apagar todos os meus recados. No decorrer do processo, já nem olhava pro conteúdo pra não ter um troco. Muito spam esquecido de ser apagado sim, mas muita mensagem carinhosa de quem acabou de me encontrar e de amigos queridos do cotidiano. Mas enfim, recadinho é recadinho: você cola na porta da geladeira e depois joga fora. E como não quero ninguém bisbilhotando a minha correspondência, se quer saber o que fiz ou o que penso, venha aqui que é o espaco em que permito isso.

Fora isso, viva o voyerismo!

E eu vou continuar adorando uma mensagenzita na porta da geladeira!

Postado por Manu, em 11:33 PM
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Que fique bem claro

O dia das Mães não é no 1° domingo de Maio e sim no 2° (SEGUNDO) domingo de Maio.

Também agora acho que todo mundo já percebeu isso...

Postado por Manu, em 10:28 PM
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Quarta-feira, Maio 03, 2006

Não tenho filho, e daí?

Recebi por e-mail um texto intitulado "O direito de não ser mãe" de Isabel Vasconcellos, que eu não conhecia, e que achei super interessante.
Eu ainda não decidi ter o meu primeiro filho e devo dizer o seguinte: se tivesse filhos hoje eu não teria feito 1/10 do que fiz e faço desde que saí do Brasil. Não teria viajado tanto, não teria trabalhado, estudado, caído na gandaia e o pub sagrado de sexta-feira seria uma visão baça na neblina inglesa.
Ok, ok, pra tudo se dá um jeito. Mas se já não foi fácil do jeito que foi, com filho então teria sido uma provação desnecessária.

O que eu achei bacana no texto da Isabel Vasconcellos é como ela mostra que a sociedade obriga uma mulher a ser mãe. Eu sei disso porque estando casada há seis anos, as pessoas me olham como se estivessem diante de uma infertilidade monumental. "Como assim? Ainda não tem filhos? É algum problema?" Nossa, já até perdi a conta das vezes que ouvi isso. Quando vamos ao Brasil de visita então chega a me chatear. Da última vez avisei pra todo mundo logo que cheguei: 'Sem cobrança de filho, por favor!'.

Parece que ninguém consegue registrar bem a idéia de que optamos por não ter filhos imediatamente. Não é dizer que não teremos. Talvez sim, talvez não, quem sabe? Mas por enquanto, não é a nossa prioridade e acho que não é pedir demais que se aceite isso.

Engraçado porque eu casei muito nova: com 21 anos lá estava eu 'going down the aisle', e as pessoas não olhavam pra minha cara e sim pra minha barriga! "Como assim? Casando tão nova: só pode estar grávida!". Diverti-me muito com isso!

Quando cheguei aqui, encontrei uma vez uma menina muito novinha também, iraniana se não me engano, recém casada e louca pra engravidar. Quando ela soube que na época eu estava casada há pouco mais de 3 anos e sem filhos ela não conseguiu disfarçar a surpresa. Achei que fosse a diferença cultural. Mas não é isso não, é quase intrínseco da natureza humana: se for mulher, então nasceu pra parir.

Bem, domingo será dia das mães, estou muito contente que minha mãe decidiu 'me' parir e muito triste porque não poderei estar com ela. Mas até eu decidir ser o personagem principal desse primeiro domingo de maio, por favor, não me encham o saco.

Gnarls Barkley: Crazy

Postado por Manu, em 6:14 PM
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Stroopwafel



Ando viciada nesse biscoito holandês tudodibom!

Postado por Manu, em 5:24 PM
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